Interview with Panagioti from Fight Toxic Prisons

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Welcome to the 2018 June 11th International Day of Solidarity with Marius Mason and all long-term anarchist prisoners interview series. With these interviews we seek to keep alive the recent histories of repression, resistance, and prisoner solidarity. To better know the prisoners we support, to grapple with some of the challenges of prisoner solidarity, to learn from and support each other across generations, struggles, borders, and ideologies. Last year we spoke with Sean Swain, Josh Harper, Daniel McGowen, supporters of Eric King, the Cleveland 4, and both Joseph Buddenburg and Nicole Kissane. Those can be found under the resources tab in the 2017 section at June11.org. They turned out so amazing and moving. They turned out so amazing and we really encourage everyone to check them out if they haven’t yet!

That brings us to 2018.

The theme for June 11th this year is how to maintain the long-term movements and commitments that are necessary for supporting our comrades both 7, 10 years and in turn be regenerating and nourishing to us in our struggles. We hope through y’alls engagement with June 11th events, writing, music, actions and these interviews, we can really dig into these questions.

So with all of our guests this year, we’ll be discussing those concepts that as well as their own stories, their passions, and their work. First we have with us Panagioti from Fight Toxic Prisons, or FTP as it’s often been affectionately referred to, which is “organizing resistance at the intersection of mass incarceration and the environment.” One of the main ways they do this is holding a major convergence every year right around June 11th. And those connections is really important because of the history of June 11th beginning with solidarity for eco prisoner Jeff Leurs in 2004, and then after Jeff’s release eco anarchists Marius Mason and Eric McDavid.

Eric of course was released in 2015, but Marius remains a primary focus for June 11th. The Fight Toxic Prisons convergence started in DC in 2016, moved to Texas in 2017, where Marius is currently held in federal prison, and is coming to Pittsburgh later this year.

June 11th: Did I get all that right? Can you tell us more about how FTP got started and why this focus on the intersection of prisons and the environment?

Panagioti: So the focus of looking at prisons and the environment – I think that looking at the organizing around June 11th is a big part of what led to this organizing and this idea of having an annual convergence and building a movement that looked at the intersections of incarceration and environmental impact. I think that some of the prisoners you listed in the introduction have seen these things first hand and I think that we’ve learned largely from prisoners that have come largely from the environmental movement and have seen first hand what’s happening on the inside, as well as social prisoners who’ve been in for decades and watched the development of mass incarceration build up in this country. For example, Eric McDavid was at FCI Victorville which is on a military base surrounded by superfund sites; Daniel McGowen was held at Marion, a federal prison that’s also a military base and also a notoriously contaminated site known as Crab Orchard; and Marius Mason at the moment is still at FMC Carswell, a military base that’s been contaminated for years. Also, Jeremy Hammond is on a prison site that was until last year a former coal mine in Eastern Kentucky.

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11 de Junho, 2018: Um dia contra o olvido

11 de Junho é um dia internacional de solidariedade com Marius Mason e todxs xs prisioneirxs anarquistas a longo prazo. Uma centelha na eterna noite da repressão estatal. Um dia dedicado a honrar todxs aquelxs que nos foram roubadxs. Neste dia, compartilhamos canções, eventos e acções para celebrar xs nossxs companheirxs capturadxs. Em anos anteriores, as celebrações do 11 de Junho têm sido internacionais e abrangentes – de festas com amigos até diversos ataques inspiradores; de recolhas de fundos e noites de escrita de cartas a presxs até todas as formas incalculáveis e desconhecidas para manter a chama viva.

Fruto do esforço acumulado para este dia, todos os anos alguns de nós se juntam para discutir e reflectir acerca das lições dos anos anteriores e para renovar esta chamada à solidariedade contínua. Este ano, convidamos-vos a explorar e ponderar connosco o modo como a manutenção do apoio a prisioneirxs a longo prazo depende directamente da manutenção de movimentos e lutas de que todxs continuamos a fazer parte. Como poderemos esperar continuar décadas de apoio  enquanto os movimentos, grupos e pessoas vêm e vão, e são reduzidos a cinzas ou apanhadas nos esgotantes fluxos e refluxos da luta? Indo mais fundo, o que podemos aprender com xs prisioneirxs a longo prazo e os seus legados de solidariedade? Como podemos sustentar e melhorar a saúde dos nossos movimentos, e por sua vez fortalecer esse apoio?

Em vários dos últimos anos floresceram as críticas ao encarceramento, o que frequentemente resultou numa miríade de projectos e esforços de apoio a prisioneirxs. Encorporando estabilidade, compromisso e longevidade, são prisioneirxs da Libertação Negra, da Nova Esquerda, dos movimentos indígenas, e aquelxs que incessantemente os apoiaram durante décadas. Além destes esforços, houve um ressurgimento da organização contra o próprio encarceramento massivo. Apesar de terem sido grupos mais pequenos a dar voz a estes sentimentos há muitos anos atrás, é encorajador ver mais pessoas a tomar este trabalho em mãos. Houve também um aumento de esforços para apoiar presxs rebeldes que se têm envolvido em tudo desde greves ao trabalho até incendiar e destruir unidades inteiras na prisão. Ao mesmo tempo, há cada vez mais projectos a criticar o estado em si mesmo – constatando que este é sustentado pelos pilares das prisões e pela polícia. Finalmente, há muitos esforços dirigidos para as necessidades de prisioneirxs queer e trans, sobreviventes criminalizadxs de abuso doméstico e sexual, e pessoas com problemas de saúde mental, para dar apenas alguns exemplos.

O espírito do dia 11 de Junho, que convida toda a gente a participar de acordo com os seus desejos, afinidades pessoais e preferências tácticas, encoraja-nos a ver difundida uma tal actividade. Em particular, uma coisa que nos anima ver é quão difundida se tornou a escrita de cartas, blogs, livros e zines por prisioneirxs. Após anos de discussão sobre o amplificar das vozes dxs prisioneirxs, estamos a ver os resultados e valorizamos as incontáveis horas dedicadas por prisioneirxs e apoiantes para lançar e sustentar estas publicações. A complementar estes esforços estão aquelxs que expandiram a solidariedade internacional ao traduzir e passar a palavra dxs nossxs companheirxs, tal como xs que empreenderam belos gestos e mensagens de solidariedade com acção corajosa e de ataque.

Entre estes muitos projectos de apoio a presxs, vemos uma variedade de orientações, de tácticas, de estratégias e práticas. Com a expansão das iniciativas, surgiram intermináveis emergências e chamadas urgentes à acção para apoiar prisioneirxs, além de todas as outras crises constantes neste mundo de pesadelo. Com tanta coisa para fazer, somos forçadxs a fazer escolhas. O activismo tradicional, que exige que tanta da nossa energia seja dirigida para acções imediatas e frequentemente simbólicas – à custa de intenções e estratégias de longo prazo – não vai funcionar, simplesmente. Precisamos de agir com a preocupação de sustentar os nossos movimentos e projectos, de forma a que possamos continuar capazes de apoiar companheirxs a cumprir décadas na prisão. Isto exige uma abordagem holística à luta e à vida solidária.

Gestos isolados são importantes, e por vezes o melhor que conseguimos fazer. Mas o que significa fazê-lo a longo prazo?

Ainda que 11 de Junho seja apenas um dia, é uma manifestação da força e da fortaleza diárias de companheirxs presxs, e do trabalho incansável e de bastidores daquelxs que xs apoiam. Muitas vezes visitando; escrevendo; levantando dinheiro; divulgando informação; partilhando arte, poemas e escritos. Sentimo-nxs inspiradxs pelos grupos de apoio a Jeremy Hammond e Marius Mason, que trabalham consistentemente para os manter ligados ao resto do mundo. Vemos o exemplo de Sacramento Prisoner Support [Apoio a Prisioneirxs de Sacramento], lutando há anos para libertar Eric McDavid. Sentimo-nos impressionadxs por todxs xs que ajudaram prisioneirxs a longo prazo como Zolo Azania, Russell Maroon Shoatz, David Gilbert, Sean Swain, Mumia Abu-Jamal, Jalil Muntaqim, Leonard Peltier, e tantxs outrxs, para publicarem livros escritos nas suas celas.

Visões & Possibilidades

Face à perspectiva de longo prazo de ajudar companheirxs ao longo de décadas nas prisões, e o trabalho de curto prazo que esta solidariedade implica, arriscamos-nos a perdermos-nos nas correntes alternadas do desespero e mania que não deixam espaço para a reflexão. É difícil saber por onde ir quando nos confrontamos com a esmagadora tarefa de melhorar a privação e a miséria que xs nossxs companheirxs enfrentam, e ao mesmo tempo permanecer críticxs do reformismo. Queremos xs nossxs companheirxs livres agora e a demolição imediata de todas as prisões, mas não temos ideia de como o fazer. Apesar das décadas de acção combinada em solidariedade com prisioneirxs anarquistas, não temos um diagrama, apenas visões.

Ao descartar as dicotomias fracturantes e os seus fetiches tácticos (luta de massas vs acção directa), podemos chegar a uma nova métrica para avaliar o nosso trabalho: pode esta acção sustentar-me e às/aos minhas/meus companheirxs ao longo dos próximos anos? Parece improvável que um movimento vibrante de solidariedade com prisioneirxs possa florescer se as nossas preocupações forem apenas ideológicas, tácticas ou estratégicas. A alegria e a dificuldade das relações humanas, a tristeza gerada pelo cimento e pelo arame farpado, a luta contra ideias e comportamentos opressivos e a correspondente necessidade de formas transformadoras para lidar com o conflito, o entusiasmo e o medo que vêm com a libertação de um/a companheirx, e a frustração e exaustão associadas a este trabalho, tudo isto devia integrar o modo como entendemos a solidariedade.

Parece-nos que ao abordar directamente estas considerações, podemos começar a pensar para além das crises imediatas: leituras controladas, cartas desaparecidas, limitações na solidariedade, lutando por fundos do comissariado. Ao nos ancorarmos nas relações com os indivíduos na prisão – vendo-os não como celebridades, líderes ou “pessoas oprimidas” abstratas – abrimos espaço para sonhar com o que uma vida em comum, compartilhada em comum com xs nossxs companheirxs presxs poderia significar. Com isso, saímos do reino do puramente político e entramos no reino do humano. Não se pode sobreviver de dever e ideologia, mas as relações humanas podem nos nutrir e sustentar. E devemos lutar continuamente para manter os caminhos claros – para alcançar xs nossxs companheiros dessa maneira, à medida que o estado continua a desumanizá-lxs e isolá-lxs, restringindo cada vez mais as visitas àquelxs por trás do vidro ou, pior ainda, aquelxs numa tela, se estamos a poucos metros ou centenas de quilómetros de distância. Visitas presenciais e de contato, de valor inestimável para a construção de conexões humanas reais, são muitas vezes altas na lista de demandas de prisioneirxs e daquelxs que as apoiam no exterior. Recentemente, nos inspiramos na campanha da Fight Toxic Prisons para manter as visitas de contato no Departamento de Correções da Flórida.

Temos que nos esforçar por entrelaçar as nossas vidas com as vidas dxs nossxs amigxs e companheirxs na prisão. E na realidade, de muitas formas, as nossas vidas entrelaçam-se. A repressão a grupos de apoio a prisioneirxs pela Operação Scripta Manent (a tentativa do estado italiano para reprimir actividades anarquistas ao acusar indivíduxs de ataques incendiários e com explosivos) recorda-os de que há frequentemente uma linha fina a separar aquelxs que estão presxs daquelxs que estão cá fora a apoiá-lxs de todas as formas que possam.

Atualizações de prisioneirxs

Ao longo do último ano, xs nossxs companheirxs presxs enfrentaram os olhos frios e a mão violenta do estado com a sua integridade intacta. No Chile, Tamara Sol tentou escapar da prisão, foi seriamente ferida no processo, e foi desde então transferida: primeiro para uma prisão de máxima segurança em Santiago, e depois para a prisão especialmente brutal  de Llancahue, em Valdivia. A embrulhada “Bombs Case 2”, com Juan Flores acusado de múltiplos bombardeamentos em Sa ntiago e sentenciado a 23 anos na prisão. Na Alemanha, Lisa foi condenada a mais de 7 anos de prisão depois de ter sido considerada culpada de assaltar um banco em Aachen. Ela foi transferida para JVA Willich II em Fevereiro. Nos Estados Unidos, Walter Bond entrou em greve de fome por seis dias, exigindo refeições veganas, o fim da manipulação do correio e uma transferência para Nova Yorque, onde ele tenciona viver quando for libertado. Como retaliação, foi transferido para a Communications Management Unit em Terre Haute, no Indiana. Na Grécia, Pola Roupa e Nikos Maziotis entraram em greve de fome por quase 40 dias exigindo melhores condições e mais tempo de visitas, bem como a abolição daultra-repressiva prisão tipo-C em que Nikos tem estado detido. Dinos Yagtzoglou foi preso e enfrenta acusações relacionadas com uma carta armadilhada que feriu o anterior primeiro ministro Grego. A sua resistência atrás das grades despoletou a insurreição em três prisões gregas, garantindo a sua exigência de ser transferido para a prisão de Korydallos.

Nos Estados Unidos, o prisioneiro anarquista trans e de eco/libertação animalMarius Mason precisa de mais correio! Ele  gosta de receber artigos sobre os direitos dos animais, activismo ambiental, Resistence to alt-right, Black Lives Matter, e outras lutas penitenciárias. O Carswell Federal Medical Center, onde Marius tem estado detido nos últimos anos, é uma prisão notoriamente restritiva e cruel. Neste momento estão a negar-lhe os prometidos cuidados médicos relacionados com a sua transição, tal como opções veganas adequadas.

11 de Junho é uma ideia, e não apenas um dia. 11 de Junho é a cada dia. E as ideias são à prova de bala. Vamos dar vida ao resto do ano e renovar a celebração das vidas dxs prisineirxs anarquistas ao continuar as suas lutas ao seu lado.

Em suma: é uma chamada, por isso estamos a chamar-te! Dia 11 de Junho é o que fizeres dele. Segue o teu coração e enche o mundo de gestos belos. Não há acção que seja demasiado pequena ou demasiado grande.

June 11

ContraInfo

11 DE JUNIO: LLAMADO 2018, UN DÍA CONTRA EL OLVIDO

El 11 de junio es un día internacional de solidaridad con Marius Mason y con todxs lxs prisionerxs anarquistas a larga condena. Una chispa en la noche eterna de la represión estatal. Un día reservado para honrar a quienes nos han robado. En este día, compartimos canciones, eventos y acciones para celebrar a nuestrxs compañerxs y seres queridos capturadxs. En años pasados, las conmemoraciones del 11 de junio han sido internacionales y de gran alcance, desde reuniones con amigxs hasta varios ataques inspiradores; los beneficios de las recaudaciones de fondos y las noches de escribir cartas a lxs prisionerxs en todas las formas inéditas y desconocidas de mantener la llama viva.

A partir de este día, cada año, varios de nosotrxs nos reunimos para debatir y reflexionar sobre las experiencias de años pasados, para renovar y continuar con este llamado a la solidaridad. Este año lxs invitamos a explorar y reflexionar con nosotrxs sobre cómo mantener el apoyo a lxs presxs de larga condena, depende directamente del mantenimiento de los movimientos y las luchas de las que todos formamos parte. ¿Cómo podemos esperar continuar a través de décadas de apoyo a medida que los movimientos, grupos y personas van y vienen, se queman y se ven atrapadxs en los extenuantes flujos de la lucha? Yendo más profundo, ¿qué podemos aprender de lxs presxs de larga condena y sus legados de solidaridad? ¿Cómo podemos mantener y mejorar la salud de nuestros movimientos y, a su vez, fortalecer ese apoyo?

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June 11, 2018: A Day Against Oblivion

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June 11th is an international day of solidarity with Marius Mason and all long-term anarchist prisoners. A spark in the eternal night of state repression. A day set aside for honoring those who have been stolen from us. On this day, we share in songs, events, and actions to celebrate our captured comrades and loved ones. In years past, June 11th celebrations have been international and wide-ranging – from potlucks with friends to various inspiring attacks; fundraising benefits and prisoner letter writing nights to all of the untold and unknown ways we keep the flame alive.

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11 de junio Día Internacional de Solidaridad con Marius Mason y todxs lxs presxs anarquistas de larga condena.

A lo largo de los años, el 11 de junio, Día de Solidaridad con Marius Mason y todxs lxs presxs anarquistas de larga condena, ha apoyado y visibilizado a docenas de presos. Más recientemente, hemos estado tratando de incluir más prisionerxs de fuera de EE. UU. para evitar caer en el sendero fácil del centrismo estadounidense y representar con mayor fidelidad a las ricas y expansivas luchas anarquistas y antiautoritarias en todo el mundo. (Se puede obtener más información en june11.org).

Es con esto en mente que estamos pidiendo vuestro apoyo para traducir y difundir este breve mensaje.

Sabemos que hay muchxs presxs cuyas historias no nos han llegado, o con quienes ha sido difícil establecer contacto. En tanto el 11 de junio se enfoca en lxs presxs anarquistas y de larga duración, estas no son cualidades estrictas. Estamos ansiosxs por apoyar a prisionerxs antiautoritarixs de diferentes tendencias y de muchas luchas. El 11 de junio tiene como objetivo mantener en nuestros labios los nombres de lxs compañerxs que están encerradxs durante muchos años, mucho después de que muchos de ellxs hayan quedado en segundo plano ya que siempre hay nuevas luchas, nuevas emergencias y más amigxs siendo blanco del Estado. Generalmente usamos una sentencia de diez años como punto de referencia, pero actualmente apoyamos a algunxs prisionerxs que cumplen 6 o 7. No hacemos esta distinción para disminuir la experiencia de compañerxs que son expulsadxs ​​de sus comunidades y torturadxs durante menos años,
sino como un reconocimiento de que se debe hacer más para mantener el apoyo y la solidaridad para aquellxs que serán encerrados en muchos ciclos de lucha.

Les pedimos que se comunique con nosotrxs si conocen a prisionerxs que serían una buena opción y desean ser incluidxs el 11 de junio. Cuando sea posible, deseamos un diálogo con lxs solidarixs para que podamos explorar más profundamente cómo podemos apoyarlos y mantener sus voces en nuestras actividades.

Ayúdenos a traducir y difundir este mensaje en la medida de lo posible.
Queremos saber de ustedes: june11th [at] riseup.net

Atentamente en la Lucha,
Comité del 11 de junio.

[Traducido al español por Sin Banderas Ni Fronteras]

11. Juni: Internationaler Tag für Solidarität mit Marius Mason und allen anarchistischen Langzeit-Gefangenen

In den letzten Jahren, hat der 11. Juni, als Tag der Solidarität mit Marius Mason und allen anarchistischen Langzeitgefangenen, Dutzende von Gefangen unterstützt und ihre Fälle hervorgehoben. Seit einiger Zeit versuchen wir, mehr Gefangene außerhalb der U.S.A mit einzubeziehen, um es zu vermeiden, den leichten Weg des US-Zentrismus zu verfallen. Wir haben so die Absicht, die überaus reichen, expansiven, anarchistischen und anti-autoritären Kämpfe in aller Welt zu repräsentieren. (Ihr könnt mehr dazu auf der englischsprachigen Seite june11.org finden)

In diesem Sinne bitten wir um eure Hilfe, diese kurze Nachricht zu übersetzen und weiter zu verbreiten.

Wir wissen, dass es viele Gefangene gibt, deren Geschichte uns nicht erreicht hat, oder mit denen es schwer ist, in Kontakt zu kommen. Während der 11. Juni sich auf anarchistische und Langzeit-Gefangene konzentriert, handelt es sich nicht um strenge Vorgaben. Wir möchten anti-autoritäre Gefangene vieler Richtungen und vieler Kämpfe unterstützen. Der 11. Juni zielt darauf ab, die Namen von Gefährt*innen ins Gespräch zu bringen, die seit vielen Jahren weg gesperrt sind. Viele wären sonst in den Hintergrund gerückt, weil es immer neue Kämpfe, neue Notlagen und mehr Freund*innen gibt, die vom Staat ins Visier genommen werden. Als Bezugsgröße nutzen wir allgemein eine Strafe von zehn Jahren, aber aktuell unterstützen wir auch einige Gefangene, die sechs oder sieben Jahre Haft verbüßen. Wir treffen diese Unterscheidung nicht, um die Erfahrungen von Gefährt`*innen, die für weniger Jahre von ihrer Gemeinschaft entfernt und gepeinigt werden, sondern als Bekenntnis, dass mehr getan werden muss, um Unterstützung und Solidarität für diejenigen zu erhalten, die über viele Zyklen des Kampfes eingesperrt sein werden.

Wir bitte euch, mit uns in Kontakt zu treten, falls ihr Gefangene kennen solltet, die sich hier anbieten würden und die auch selbst für den 11. Juni mit einbezogen werden wollen. Wenn möglich, wünschen wir einen Dialog mit Unterstützer*innen, so dass wir tiefer erkunden können, wie wir diese Gefangenen unterstützen und ihre Stimme bei unseren Aktivitäten einbinden können.

Bitte helft uns diese Nachricht so weit wie möglich zu übersetzen und zu verbreiten. Wir wünschen uns, von euch zu hören:  june11th@riseup.net

Euer kämpferisches 11 Juni Kommitee

[contrainfo]

11 de Junho – Dia de Solidariedade com Marius Mason e todxs xs prisioneirxs anarquistas a longo prazo

Ao longo dos anos o 11 de Junho, Dia de Solidariedade com Marius Mason e todxs xs prisioneirxs a longo prazo tem vindo a apoiar e a destacar dezenas de companheirxs presxs. Tem-se vindo a incluir mais prisioneirxs de fora dos EUA, nos últimos anos, evitando-se cair no caminho fácil do centralismo nos EUA – representando-se assim de forma mais fiel a riqueza da expansão anarquista e das lutas anti-autoritárias através do mundo. (Pode descobrir mais sobre isto em june11.org). E é com isso em mente que lhe estamos a pedir ajuda para traduzir e divulgar esta breve mensagem. Sabemos que existem muitxs prisioneirxs cujas histórias não nos têm chegado ou com quem foi difícil estabelecer contacto. Por enquanto o 11 de Junho tem-se concentrado em prisioneirxs anarquistas com penas de longa duração, mas essas não são qualidades estritas. Estamos ansiosxs de apoiar prisioneirxs anti-autoritárixs – a partir de diversos tipos e categorias de lutas. O 11 de Junho tem como objectivo manter nos nossos lábios os nomes dxs companheirxs que estão trancadxs há muitos anos – muito tempo depois de muitxs delxs andarem à deriva, pois sempre há novas lutas, novas emergências e mais amigxs a serem alvo do estado. Geralmente, usamos uma sentença de dez anos como ponto de referência, mas neste momento estamos a apoiar alguns e algumas prisioneirxs que cumprem 6 ou 7 anos.

Não fazemos essa distinção para minimizar a experiência dxs compamheirxs que sejam retiradxs das suas comunidades e torturadxs por menos anos, mas como um reconhecimento do que é necessário fazer mais para sustentar o apoio e a solidariedade aqueles que serão trancadxs durante muitos ciclos de luta. Pedimos que entre em contato conosco se conhecer prisioneirxs cujo caso seja ajustado e gostasse de ver incluído no 11 de Junho. Nesse caso, quando fosse possível, desejaríamos estabelecer diálogo com xs apoiantes para que se possa explorar mais profundamente como xs apoiar e manter a sua voz nas nossas actividades. Por favor, ajude-nos a traduzir e disseminar esta mensagem na medida do possível. Queremos ouvi-lxs através de si: june11th@riseup.net

Vossxs, na Luta,
Comité do 11 de Junho

[contrainfo]

[Appello internazionale] 11 Giugno – Giornata internazionale di solidarietà con Marius Mason e tutt* i/le prigionier* anarchic* di lunga durata

Negli anni, la giornata dell’11 giugno in solidarietà a Marius Mason e tutt* i/le prigionier* anarchic* di lunga durata ha sostenuto e messo in luce decine di prigionier*. Più di recente abbiamo cercato di includere più prigionier* all’esterno degli Stati Uniti per evitare di cadere nella facilità dell’americanocentrismo e per rappresentare più fedelmente la ricchezza delle lotte anarchiche e anti-autoritarie attraverso il globo. (Maggiori informazioni sul sito june11.org)

A partire da questa osservazione chiediamo quindi aiuto per tradurre e diffondere questo breve messaggio. Sappiamo che ci sono molt* prigionier* le cui storie non sono arrivate fino a noi, o con cui è stato difficile stabilire un contatto. Anche se June 11th è focalizzato sui/lle prigionier* anarchic* e di lunga durata, non si tratta di requisiti rigidi. Ci preme sostenere prigionier* anti-autoritar* di tipo e di lotte diverse. June 11th vuole che i nomi dei/lle compagn* rinchius* da diversi anni restino sulle labbra di tutt*, molto tempo dopo che alcuni di questi sono passati nel dimenticatoio a causa delle nuove lotte, le nuove emergenze e e sempre altr* amic* pres* di mira dallo stato.

Di solito usiamo come riferimento i 10 anni di pena, ma attualmente sosteniamo alcun* prigionier* condannati a 6 o 7 anni. Non facciamo questa distinzione per sminuire l’esperienza dei/lle compagn* che vengono portat* via dalle loro comunità e torturat* per un numero inferiore di anni, ma come una sorta di ammissione del fatto che dobbiamo fare di più per sostenere ed essere solidal* con chi viene rinchiuso per diversi cicli di lotta.

Se conosci dei/lle prigionier* che rientrano in questo profilo e che vorresti venissero inclus* nella giornata dell’11 giugno contattaci.
Quando è possibile, aspiriamo ad avere un dialogo con chi è solidale per informarci in modo più approfondito su come possiamo sostenerl* e conservare la loro voce nelle nostre attività.

Aiutaci a tradurre e diffondere questo messaggio il più ampiamente possibile. Aspettiamo tue notizie:  june11th@riseup.net

Vostro Comitato June 11th in lotta

[contrainfo]

June 11th International Day of Solidarity with Marius Mason & All Long-Term Anarchist Prisoners

Over the years, June 11th Day Of Solidarity with Marius Mason and All Long-Term Anarchist Prisoners has supported and highlighted dozens of prisoners. More recently we have been trying to include more prisoners from outside the U.S. to avoid falling into the easy path of U.S-centrism and to more faithfully represent the rich, expansive anarchist and anti-authoritarian struggles across the globe. (You can find out more at june11.org).

It is with this in mind that we are asking for your help to translate and spread this short message.

We know there are many prisoners whose stories have not made it to us, or with whom it has been difficult to establish contact. While June 11th focuses on anarchist and long-term prisoners, these are not strict qualities. We are eager to support anti-authoritarian prisoners of many stripes and from many struggles. June 11th aims to keep on our lips the names of comrades who are locked away from many years, long after many have otherwise drifted into the background as there are always new struggles, new emergencies, and more friends being targeted by the state. We generally use about a ten year sentence as a bench mark, but are currently supporting some prisoners who are serving 6 or 7. We don’t make this distinction to diminish the experience of comrades being removed from their communities and tortured for fewer years, but as an acknowledgement that more has to be done to sustain support and solidarity for those who will be locked up through many cycles of struggle.

We are asking you to get in touch with us if you know prisoners who would be a good fit and would like to be included with June 11th. When possible, we desire a dialogue with supporters so we can more deeply explore how we can support them and keep their voices in our activities.

Please help us to translate and disseminate this message as far as possible. We want to hear from you:  june11th@riseup.net

Yours in Struggle,
June 11th Committee